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Assembleia Legislativa do RN assina convênio e oferece mestrado aos servidores

ALRN é a primeira do Brasil a garantir mestrado aos servidores através de parceria com a UFRN

Ter mestrado é o sonho de muitos profissionais em todo o país e será uma realidade para os servidores da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O sonho vai se tornar realidade através de convênio assinado nesta segunda-feira (31) pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza e a reitora Ângela Paiva, da UFRN. O convênio vai permitir que a Casa, através do Instituto do Legislativo Potiguar (ILP), passe a oferecer aos seus servidores o Mestrado Profissional em Gestão Pública. A qualificação contínua dos servidores é uma das prioridades da atual gestão e com o convênio, a Casa Legislativa será a primeira no País a oferecer a pós-graduação stricto sensu.

“A nossa gestão na Assembleia é focada em planejamento e na valorização dos servidores, garantindo novos investimentos em qualificação, como o aumento nos cursos oferecidos pelo ILP e agora o tão sonhado mestrado. É uma honra saber que um servidor terá acesso gratuito a um mestrado de gestão pública aqui na Assembleia”, afirma Ezequiel. O presidente da Assembleia mencionou que a concretização do mestrado foi possível graças ao trabalho que vem sendo realizado desde o início da atual gestão para a implantação do Planejamento Estratégico em todos os setores. Citou outras ações de valorização do servidor, como o Plano de Cargos e Salários e a atualização do pagamento da gratificação aos que estão concluindo a especialização.

A reitora da UFRN, Ângela Paiva, afirmou que se sente gratificada pela UFRN poder colaborar com a qualificação de pessoas e neste caso específico, de servidores públicos. “O Mestrado em Gestão Pública começou com uma oferta por demanda específica e se tornou permanente. A UFRN prima e faz questão de estar sempre atendendo à necessidade de uma gestão pública de qualidade e esta qualidade não passa somente pelos gestores, mas também pelos agentes públicos”, afirmou.

Também participaram da solenidade de assinatura do convênio o vice-coordenador do mestrado, José Daniel Diniz de Melo, secretário geral da ALRN, Carlos Augusto Viveiros, a secretária administrativa, Dulcinéia Brandão; o diretor-geral do ILP, Augusto Jorge de Macedo e o diretor administrativo do ILP, Carlos Russo.

A primeira turma de mestrandos inicia suas aulas em março de 2016. Inicialmente, estão disponibilizadas 16 vagas, distribuídas em três turmas, para os anos de 2016, 2017 e 2018. O processo seletivo, sob responsabilidade da UFRN, começará em outubro e a divulgação da lista dos aprovados está prevista para o dia 31 de janeiro de 2016.

ILP

O mestrado profissional tem como finalidade a qualificação de quadros para a administração pública, provocando reflexões sobre o novo papel do estado em um contexto globalizado com atuação em rede, com novas formas organizacionais com múltiplos provedores e com uma sociedade mais organizada e mais escolarizada.

 


Estado Islâmico mostra produção de moeda própria e promete ‘surto financeiro’ nos EUA

Enquanto conquista extensos territórios na Síria e no Iraque, o Estado Islâmico divulgou, no último sábado, imagens da fabricação da sua própria moeda, o dinar de ouro. No novo vídeo lançado pelo grupo terrorista, chamado “O surgimento do califa e o retorno do dinar de ouro” e traduzido para diversos idiomas, os jihadistas ameaçam o “sistema financeiro capitalista de escravidão” dos Estados Unidos. O objetivo do grupo é, de acordo com o vídeo, causar um “segundo golpe” no país, depois do atentado às Torres Gêmeas de Nova York em 11 de setembro de 2001.

Com sotaque americano, o narrador das imagens afirma que o retorno da moeda será um “antídoto” contra o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, levando o dólar à ruína. Em cerca de uma hora de vídeo, o grupo terrorista usa imagens do Federal Reserve, do ataque de 11 de Setembro, do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, do ex-presidente americano George W. Bush, de Osama bin Laden e de atentados causados por jihadistas.

O objetivo do grupo de criar um “surto na esfera financeira”, para afetar “o sistema monetário que oprime os muçulmanos”, vem sendo anunciado desde o ano passado pelo Estado Islâmico. No fim de junho deste ano, ativistas sírios publicaram na internet as primeiras imagens das moedas do EI, feitas de ouro, prata e cobre.

O Estado Islâmico já acumulou milhões de dólares, por meio da coleta de impostos e do controle de refinarias de petróleo — além de roubos a bancos e joalherias, atividades contrabandistas, sequestros e extorsões. Estima-se que mais de US$ 3 milhões entrem nos fundos de guerra dos jihadistas por dia, que já se tornou uma força financeira autossustentável, dizem autoridades americanas.